PES (AyA)

PES (AyA)
Pesquisas e Experiências Subjetivas Anarkia y Ayahuasca Entre Parênteses

4 depoimentos (tirados do somaie.ning.com)

oi rui! gostei muito das suas fotografias, parabéns mesmo pelo trabalho!
queria te agradecer pela oportunidade também, veio numa hora muito certa, e a liberdade e simplicidade de poder tomar na sua casa, com cobertorzinho, podendo deitar, e ainda mais ouvindo aquelas músicas maravilhosas!

vivi senti e vi coisas muito esclarecedoras quando eu tava de borracheira na sua casa, meu corpo adormeceu enquanto a minha mente vivia como nunca, eu vi o infinito colorido, cheio de luzes, a força maior, ou chame como quiser, a coisa dentro da coisa dentro da coisa dentro da coisa... muitas coisas se esclareceram pra mim, foi mágico!
com certeza vou voltar!
e levar amigos comigo!

mais uma vez muito obrigada!
até mais!
bjo

BEATRIZ F.- 49 PES (AyA) - Maromba

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Rui e Natalia,

Queridos, foi um prazer conhecer e fazer nossa primeira experiênca de Ayawaska com vocês!
Escrevemos depois de algum tempo para compartilhar com mais claridade e "digestao" o que foi pra gente esse momento e encontro.

Pra começar eu tive de fato um antes e um depois... realmente foi único e mágico... tive uma grande sensaçao de compreensao do fluir da vida, de viver o agora - o eterno agora -, do constante baile e música, som e movimento que é a VIDA! Me abriu muitas portas internas e senti como que afinidade com a planta (como se nos tivéssemos aceitado mutuamente). Sinto que me ajudou a sanar muitas coisas e a aprofundar meu processo de encontro comigo mesma, com meu ser ou como vocês disseram de alguma forma, com meu deus interno.

Tenho vontade de ter outras experiências com a planta e agora já estamos, eu e Facu, de volta em Buenos Aires. Há algum tempo atrás conheci uma chica daqui que fazia algum ritual com o chá. Além disso, tive uma experiência no Rio à algumas semanas atrás antes de voltar pra cá, em um lugar chamado Arca e através deles talvez também consiga o contato de um casal que faz uso por aqui. Aos pouquinhos estou começando a investigar esse mundo novo que se abriu pra mim.

A experiência na Arca foi totalmente diferente da que tive aí com vocês mas claramente também serviu, de outra maneira, para conhecer alguns aspéctos "desconhecidos" de mim mesma (nunca sao totalmente desconhecidos). As pessoas da Casa tocaram e cantaram desde mantras até músicas devocionais à planta e, com tambores, também se fazia um bailado que nesse dia foi comemorando o dia de Yemanjá, o que fez mover um mundo dentro de mim. Pude entender melhor em mim a questao de movimentar o corpo que o Rui comentou.

TATIANA F.W. - 50 PES (AyA) - Maromba

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Oi! Eu queria compartiliar con voseis o que esa noite experimente. Cuando entre en el baño sento (sinto) que perdi mi yo, eu no sabia cual de los dos era: si el que miraba el espejo o el que estaba reflejado (refletido); por unos segundos veia (via) un duende mas no lo veia desde mi. Tambein senti moita pais durante tuda la sesion e sentia como vencia los prejuicios (preconceitos). Senti la fluideis da vida con las musicas que Ruy seleciono y descansaba en la mirada de Tati. Fue una noite en la que me renové y me acerqué (aproximei) a mi ser confiado y pleno. Les agradesco su trabajo y su existencia. Nos vemos pronto (logo).

FACUNDO A. - 50 PES (AyA) - Maromba

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O texto a seguir, é de um relato da minha experiência com o DMT e todas as palavras em “aspas” foi exatamente o que eu escrevi no momento da minha vivencia, ou seja o relato mais sincero que já fiz em toda a minha vida.
Os pensamentos em ritmo com a música falam comigo: “Um não sei, um não sei, um não sei”, confesso que senti vontade de dar um passo atrás, mas esta mesma “voz/pensamento” que dizia coisas sobre mim, me faziam sentir de uma maneira meio inexplicável, que para ficar tudo bem eu PRECISARIA deixar as coisas fluir.
“Controladora, controladora” e eu apenas concordava com a cabeça, “mas na verdade porque não está segura, quer segurar a uma corda”, e ao mesmo tempo engraçado ou não, está era exatamente a minha sensação, e provavelmente pelo mesmo motivo explico o “ um não sei” no começo do texto (a corda que sempre procuro segurar é o meu ego onde até então acreditava me reconhecer, porque quando o motivo se torna eu é um lugar obscuro e muito pouco conhecido, denso, inajustável e por este motivo traz medo e com o medo o ego, ele vai querer entrar e fazer que você não aceite o que está acontecendo e com ele a duvida).
”Como controlar o incontrolável?!”. “ACEITE, DANCE COM A MUSICA” e então foi ai que entrei em comunicação com tudo e nada que eu pudesse perceber alguma coisa em mim, “o pensamento parou de dominar e agora são apenas sensações”, um sentir e um contemplar do agora e da vida, a única e verdadeira vida.
No dia seguinte meu ego ainda existia, mas agora consigo percebe-lo e desvia-lo, e geralmente quando faço isso ainda consigo sentir a mesma sensação de vida em que tive no dia desta experiencia, livre e feliz com o um unico momento, o agora.

RENATA R. M., 24 anos - 56 PES (AyA) - Sampa

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